NHL: Game 2 e 3 -Final do Leste – Bruins x Lightning
Após os Games 2 e 3 terminados, voltamos nossas atenções para a parte leste do país para saber o que aconteceu com a série mais equilibrada até o momento, Boston Bruins x Tampa Bay Lightning.
Após ter ganhado o primeiro confronto da série em Boston, Tampay Bay quase leva o segundo jogo também, onde um disputado 6-5 em uma partida emocionante culminou com o gol de Michael Ryder para a vitória, êxtase e alívio dos fãs de Boston.
Mesmo deixando o segundo jogo escapar, Tampa Bay ainda estava com a vantagem de voltar para sua casa e proteger seu terreno, porém Boston não tomou conhecimento do ponto geográfico em que se encontravam. Apesar de o placar de 2 a 0 não contar a história do jogo, pois a defesa de Tampa Bay foi sólida, já o ataque foi terrível.
O fracasso do Lightning no placar se deve também pelo fato de Boston colocar uma muralha a frente do gol, muralha essa que se chama Tim Thomas, o goleiro teve 31 saves ( defesas ).
Boston ganhou quase 60% por cento dos face-offs e por isso teve a maior posse do puck, impedindo os contra-ataques, característica marcante do Lightning durante todos os playoffs. Tendo que trabalhar com a maravilhosa defesa de Boston montada à espera de seus ataques prejudicou Tampa Bay no Game 3.
A volta de Patrice Bergeron teve um impacto muito grande no terceiro jogo, pois ele proporcionou muitas oportunidades de gols para os Bruins, além de servir como um ponto de equilíbrio para um time antes meio displicente. Bergeron voltou aguentando pancadas, dando passes e brigando pelo puck. Parece que a contusão não o incomoda mais.
David Krejci está muito bem, além de ser extremamente inteligente perto do gol, tem feito um papel de facilitador fazendo com que ele e Milan Lucic sejam um pesadelo para a defesa do Lightning.
Um fato interessante foi que Tyler Seguin foi creditado com um gol que não fez, pois o mesmo não estava nem perto do puck que passou entre as perna do goleiro Dwayne Roloson do Lightning proveniente do chute de Andrew Ference. Vai entender…
Se Tampa conseguir repetir a atuação defensiva do Game 3 e fazer com que seus avançados melhorem a atuação, há uma chance para o Lightning, ainda que Boston seja o melhor time no momento.
NHL: Situação dos playoffs. Final da Conferência Leste.
Chegou a vez da conferência Leste na NHL, e o confronto em questão é Boston Bruins x Tampa Bay Lightining.
Tampa Bay tem sidio a surpresa destes playoffs, batendo time após time, favorito após favorito, a começar pelo confronto com o Pittsburgh Penguins , e mais recentemente o Washington Capitals no mais chocante de todos os confrontos dos playoffs devido ao fato de os Capitals possuírem a melhor campanha no Leste.
O Lightining chega com a moral lá em cima liderados por Martin St. Louis, líder do time em pontos durante a temporada regular ( 99 ), Vincent Lecavalier e Teddy Purcell.
O Boston Bruins por sua vez bateu o Montreal Canadiens por 4-3 e agora o Philadelphia Flyers, que possuía a melhor campanha deste confronto, por um devastador 4-0.
Não dá para dizer que Boston está desmotivado após uma vitória dessas sobre um favorito, e com um Patrice Bergeron crescendo muito na temporada facilitando os gols ( 35 assistências em 2010-2011 ), fará a vida dos artilheiros Nathan Horton e Milan Lucic muito mais fácil.
Chaves para a vitória:
O Tampa Bay Lightning é o time mais embalado dos playoffs e no momento é um jovem esquadrão que ninguém quer enfrentar, que joga como se não tivesse nada a perder.
Ainda que Boston esteja em uma sequência boa de vitórias consecutivas, esta equipe tem sido muito inconstante quando se trata de Power Plays( quando a equipe possui jogadores a menos ). Já Tampa Bay tem como sua especialidade exatamente este tipo de jogada.
Em resumo, esta série será definida por 2 palavras.
Power Plays.
NBA: Final do Leste – Chicago Bulls x Miami Heat
Um duelo de titãs.
Pelas finais da conferência Leste, jogam os dois times mais aclamados da NBA: Chigago Bulls e Miami Heat.
Vamos à uma pequena análise do que cada um dos times traz para essa final de conferência.
Chicago Bulls:
Do lado de Chicago temos o MVP da temporada, Derrick Rose, que vem numa incrível média de 28.8 pontos, 4.5 rebotes e 8.2 assistências nos playoffs.
Os Bulls contam com uma defesa excepcional, engenhada por seu técnico Tom Thibodeau, que há anos era especialista defensivo para o Boston Celtics e em sua primeira temporada no comando Chicago, transformou o time em uma grande máquina de defesa onde todos contribuem com seu máximo enquanto estão no jogo, atacando e defendendo juntos.
Essa transformação repentina do time, rendeu à Tom Thibodeau o prêmio de técnico do ano na NBA, levando Chicago à melhor campanha da NBA ao ganhar mais de 60 jogos na temporada regular ( 62-20 ), feito que não acontecia desde que Michael Jordan ainda jogava pelos Bulls.
Chicago vem de vitórias contra o Indiana Pacers no primeiro round (4-1) e o Atlanta Hawks no segundo ( 4-2 ).
Miami Heat:
Em Miami temos o time dos superstars, que também atingiram fama de popstars, quando resolveram jogar juntos no início da temporada.
Porém não se enganem, Lebron James, Dwayne Wade e Chris Bosh são muito talentosos e sabem como vencer jogos no comando do técnico Erik Spoelstra, discípulo do lendário Pat Riley ( agora presidente do clube ).
Lebron James tem sido a grande arma do Heat sempre fazendo muitos pontos no último quarto da partida, quando seu time precisa virar ou segurar o jogo.
O Miami Heat derrotou o jovem Philadelphia 76ers ( 4-1 ) no prmeiro round e o Boston Celtics ( 4-1 ) no segundo.
Chaves para a vitória:
O ideal para Chicago é forçar Dwayne Wade e Lebron James a tentar o arremesso de longa distância, os jumpers, impedindo que estes consigam cestas fáceis dentro do garrafão e possivelmente com um arremesso de bonificação.
A mesma tática é valida para o time de Miami, Derrick Rose está em sua melhor forma, e fica impossível marcá-lo caso não haja uma ajuda defensiva para evitar a penetração de Rose no garrafão. Caso Miami não consiga conter Rose, o time da Flórida terá problemas.
NFL: 5 melhores picks do Draft 2011 da NFL.
No Draft da NFL, as escolhas feitas pelos times são baseadas em potencial, habilidade de adaptação ao sistema, histórico de comportamento e ética de treinamento.
O equilíbrio entre todos esses aspectos, resulta na escolha certa para cada time.
O problema não estar em fazer as escolhas, mas sim em fazer com que esse jogador contribua para o sucesso do time ao longo do tempo.
O NFL Draft 2011 acabou, portanto está na hora dos julgamentos e avaliações sobre quais times se saíram bem.
5 Melhores picks ( seleções ) do primeiro round:
1- Pick no. 13 pelo Detroit Lions – Nick Fairley – DT/DE – Universidade: Auburn
Esse pick é o melhor do primeiro round pelo nível de talento de Nick Fairley, que estava cotado para ser selecionado por algum dos primeiros 5 times. Ele caiu no colo dos Lions, que agora com o ganhador do prêmio de novato da temporada, o sensacional Ndamukong Suh ( pick no.2 no draft 2010 ), formam uma dupla sensacional na linha de defesa de Detroit.
2- Pick no. 2 pelo Denver Broncos – Von Miller - LB – Universidade: Texas A&M
Em Von Miller os Broncos selecionam o jogador mais completo, mais versátil e melhor preparado do draft.
Von Miller pode jogar em todas as posicões de Linebacker (LB), além de estar pronto para jogar na NFL saindo da faculdade, o que é muito difícil para a maioria dos jogadores draftados. Ele se tornará o centro da defesa do Broncos por muitos anos.
3- Pick no. 5 pelo Arizona Cardinals – Patrick Peterson – CB – Universidade: LSU
Apesar de ter a oportunidade de selecionar um Quarterback (QB), os Cardinals selecionam o jogador que muitos consideram o melhor melhor Cornerback (CB) selecionado nos últimos 3 drafts.
Patrick não tem muitas falhas em cobertura homem-a-homem, zona e tackles, o que facilita e muito a transição para as particularidades da defesa do Arizona Cardinals, onde Peterson irá aprender muito com o excelente Dominique-Rodgers Comartie, que também faz parte da secondária.
4- Pick no. 15 pelo Miami Dolphins - Mike Pouncey - OL – Universidade: Florida
Irmão gêmeo do Center ( C ) Maurkice Pouncey ( pick no. 19 pelos Steelers no draft 2010 ), ele será tão consistente quanto seu irmão, que já foi ao Pro Bowl em seu primeiro ano.
Mike será uma peça de muito valor para um Miami Dolphins que corre muito com a bola, abrindo passagem para os corredores por pelo menos 10 anos mais.
5- Pick no. 22 pelo Indianapolis Colts – Anthony Costanzo – OT – Universidade: Boston College
Cotado como o melhor Offensive Tackle ( OT ) do draft por muito tempo, porém muitos times passaram a oportunidade de escolher este constante jogador. Constanzo entrará na linha dos Colts, que tem precisado de muita ajuda e Peyton Manning ficou muito feliz com essa escolha.
NBA: O fim dos Big 3 de Boston?
Essa foto foi tirada, como a legenda mostra, no dia em que Kevin Garnett chegou à Boston para a temporada de 2007-2008, na época o time dos Celtics moveram mundos e fundos para trazer o superstar ( insatisfeito em seu time ) na troca com o Minnesota Timberwolves, foi uma troca inédita na NBA pelo modo como foi feita.
Para simplificar, no total foi uma troca 7 por 1, sete jogadores ( entre veteranos e escolhas do draft ), e surpreendeu muita gente pelo preço alto a ser pago por um só jogador.
Boston é uma cidade acostumada aos títulos, com franquias bem sucedidas nos principais esportes americanos e desde as eras de Bill Russell e Larry Bird, os Celtics passaram a ser uma das franquias mais tradicionais da NBA.
Ray Allen, ex-jogador do extinto Seattle Supersonics ( atual Oklahoma City Thunder ), também era o astro de seu time há muitos anos, porém estava descontente com sua diretoria e por isso pediu para ser trocado para outro time. Boston mais uma vez se aproveitou da situação e trouxe Allen, famoso por sua precisão nas bolas de 3 ( atual recordista da NBA nessa categoria ), para formar junto com Paul Pierce um trio de estrelas em Boston, denominado pela imprensa de BIG THREE.
Os ” três gigantes ” realmente começaram com a corda toda e logo na primeira temporada ( 2007-2008 ), abocanharam o título de campeões da NBA em uma final contra o grande rival Los Angeles Lakers aliado à liderança natural de Kevin Garnett, possuidor de uma presença e garra marcantes dentro de quadra.
A temporada de 2008-2009 começou muito bem, com os Celtics embalados e aclamados pela mídia como favoritos, até que com uma contusão de Garnett no meio de temporada, o time perdeu um pouco de sua identidade e nos playoffs com um Garnett 50%, o time padeceu para o Orlando Magic na segunda rodada dos playoffs.
Com todos os seus grandes saudáveis, Boston começou a temporada 2009-2010 em grande forma, conseguindo manter todas as estrelas bem fisicamente por toda a temporada com uma rotação de minutos que preservasse a todos e desse aos reservas mais tempo de jogo. É importante destacar que esta também foi a temporada em que Rajon Rondo se consolidou como uma das estrelas emergentes da NBA, apesar de anteriormente Rondo já fazer parte do plantel, por questões de condicionamento e relacionamento, não se encaixava no time.
Rondo forneceu à Boston mais uma arma, com sua inteligência, conseguia deixar os três gigantes em grande posição para definir. Em consequência disso a final da temporada 2009-2010 foi mais uma vez Celtics x Lakers, porém dessa vez Los Angeles levou a melhor.
Até que chegamos à atual temporada 2010-2011, mais uma vez Boston nos playoffs, porém há alguma coisa diferente.
A diferença é que os três gigantes vísiveis em quadra agora não se encontram mais em Boston, e sim em Miami.
Seus nomes são Lebron James, Dwayne Wade e Chris Bosh.
Ontem, 12/05/2011, Miami fechou a série em 4-1 e o homem trazido em junho de 2007 para ser o salvador, perdeu dois lances livres que poderiam ter mantido a série ainda viva.
Será esse o fim?











